quinta-feira, 16 de abril de 2015

Violência contra a mulher

A violência contra a mulher no século XXI é, mesmo após a Lei Maria da Penha, um dos acontecimentos mais comuns nas famílias brasileiras. Isso se deve à cultura machista ainda predominante, ao receio das mulheres em verem punidos os acusados, bem como à ausência de apoio psicossocial das vítimas e de seus filhos.
No Brasil, a posição da mulher durante muito tempo era de uma pessoa relativamente incapaz. O Código Civil de 2002 foi o responsável por modificar essa arcaica realidade ao colocá-la com a capacidade civil equivalente a do homem. Contudo, o conjunto de crenças e pensamentos culturais permanecem enraizados no âmago da coletividade no tocante à figura feminina. Adjetivos inferiores como impotentes e despreparadas a tomarem posse do que é seu e do que é capaz de fazer pelo que é seu comprovam a permanência do machismo. Verifica-se que, por mais que restem extirpados algumas práticas preconceituosas contra a mulher, ainda é recorrente que esta seja tida como ser inferior e incapaz de reger a própria vida. Percebe-se tal comportamento, em alguns casos, nas próprias mulheres, ao cederem espaço ao companheiro, quando os autoriza a permanecer na agressão física e psicológica porque acham que eles são superiores e sempre conservam a razão sobre tudo e todos.
Em conformidade com isso, vê-se que o medo e a insegurança em contestar perante autoridade policial aquilo que sofre no ambiente interno e de convivência íntima com o parceiro, leva, por vezes, ao silêncio e ao adiamento da solução mais justa. Elas preferem se calar e manter o risco de novas e calorosas discussões até que tenham novamente sua dignidade dilacerada.
Ademais, por trás desse receio está a ineficiência do Estado ao não prover, nas Delegacias e Secretarias da Mulher, quantitativo de profissionais suficiente da Psicologia e da Assistência Social para orientarem as vítimas. Acontece que, em razão do número de casos ser elevado, não há profissionais que atendam a demanda. A ineficácia de atendimento acaba por interferir negativamente na aplicação da Lei, pois muitas mulheres desistem de denunciar.

Portanto, para que surta melhor efeito e minimize a violência doméstica, a mulher deverá ser incentivada, por todos os meios de comunicação, a denunciar qualquer tipo de agressão. Deverá também haver o aumento do número de intelectuais habilitados que se responsabilizarão por toda orientação psicológica da mulher quanto aos seus direitos. Dessa forma, uma vez amparadas estarão mais preparadas para combater a afronta a sua integridade física, moral e mental.

domingo, 7 de agosto de 2011

Desabafo

Eu escrevo agora à meia noite sem saber como vou começar a tentar definir o que está complexo em minha alma, no meu peito. Muitos fatos novos, desafios e mudanças tem me trazido glórias e recentemente decepção e isso pode ser muito bem recebido e até prazeroso. Ou não.

Percebo que o mais relevante é entender as pessoas através de suas atitudes. Essas são mais que qualquer palavra bela dita e repetida como num disco quebrado.

A mim só me resta pedir proteção à Deus diante do que pode estar por vir. O resto, que é quase tudo, Ele já sabe e vai me ajudar. Eu hoje quero paz. Hoje e sempre. Boa noite.

terça-feira, 10 de maio de 2011

EVOLUÇÃO...




Os homens estão mesmo modificando a concepção sobre o universo feminino quando se fala nas habilidades profissionais e intelectuais. Depois de tantas décadas de menosprezo à figura feminina pela própria legislação civil antiga, que considerava a mulher como ser relativamente incapaz, veio à tona, em 2006, a Lei Maria da Penha para buscar garantir a segurança da mulher frente a violências no âmbito familiar. O que não foi uma das soluções tão louváveis, considerando o número de homicídios cometidos após a vigência da referida lei.




Vejo, primeiramente, que as leis tem o condão de regulamentar, limitar e dependendo de sua natureza, proteger uma situação de fragilidade.No caso da Lei Maria da Penha, configura-se flagrante zelo as circunstâncias de impotencialidade do sujeito passivo quando se encontra diante de brutalidade e perversidade.



Não há como olvidar dos questionamentos jurídicos acerca da constitucionalidade da referida lei, apontando como argumento a ofensa ao Princípio da Igualdade, consagrado no art.5º, caput, da atual Constituição Federal. Segundo a Ministra da Secretaria Nacional de Política para as Mulheres, Iriny Lopes, "há intolerância e preconceito" e " a alma da Lei Maria da Penha é que a mulher não seja coagida". Mas porque a mulher? Por que incluir como alcance da norma somente o sujeito passivo na figura feminina?Por que são frágeis, indefesas, impotentes?



NÃO.






A alma da lei, senhores, é a proteção a família. Ao equilíbrio nas relações vividas no âmbito domiciliar, tendo como foco a convivência pacífica entre os membros da família. A Carta Magna aguardou por muito tempo a edição de um mecanismo capaz de inibir a violência, obedecendo o que dispõe o §8º, do art. 226, da CF/88.




Pois bem.


As mulheres são capazes de fazer diversas atividades com mais tranquilidade do que os homens ( e eu não estou sendo feminista).É só observar a sua mãe, sua avó ou sua vizinha.Ela é mãe, dona de casa, estudante, esposa e trabalha em algum local (muitas vezes). Por isso merecem respeito e, sobretudo, admiração.



Mas não questiono a lei por trazer compromisso com a mulher. Questiono a sua finalidade. Antes de levá-la a discussão preconceituosa, atentem-se os doutores "sabe tudo" à relevância da lei para a sociedade. E que o justo continue justo.

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Acredita

Como é bom acordar e sorrir o tempo todo da vida, dos passos longos já percorridos nessa estrada sem fim. E assim poder cultivar o sabor dos cantos e das canções outrora anunciadas pelos homens aqui no lar da natureza tenra e muda do nosso país.
Entre essas e outras palavras, eu venho expressar o quão doce é viver. Saber viver é um desafio incansável mediante o qual almejamos conquistar a FE-LI-CI-DA-DE enterna.
Agradece, pois, pela vida que Deus te deu e pelas coisas ruins e boas que tem acontecido na tua vida. Agradece o tempo todo pelo sol que te ilumina e te guia, ainda que seja árdua e dolorosa essa passagem.
O bom daqui é poder agradecer.
Ai, como é grandiosa a oportunidade concedida a nós humanos, uma vez só aqui na terra.
E vamos aproveitá-la ao máximo para fazer sempre o melhor.
Dê sempre o melhor e faça tudo sempre com muita fé e amor...que como dizia o saudoso Airton Sena, de algum modo você chegará lá, independentemente da sua classe social.
Que a vida nos dê a oportunidade e que a fé nos faça acreditar que o impossível e possível e só, somente só,questão de tempo.
abraço.